terça-feira, junho 09, 2009

ATC presta homenagem a Manuel António Pina

Manuel António Pina, foi homenageado na passada sexta-feira, 5 de Junho, pela Associação Teatro Construção no decurso do XXV Festival de Teatro, no mesmo dia em que subiu a palco a estreia da peça de teatro pelo ATC “Anão Anão e Assim Assim” da autoria do homenageado.

Manuel António Pina, nasceu no Sabugal a 18 de Novembro de 1943. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi jornalista do Jornal de Notícias durante três décadas. É actualmente cronista do Jornal de Notícias e da revista Notícias Magazine.

Como escritor, a sua obra é principalmente constituída por poesia e literatura infanto-juvenil, sendo ainda autor de peças de teatro e de obras de ficção e crónica. Algumas dessas obras foram adaptadas ao cinema e TV e editadas em disco. Está traduzido em França (francês e corso), EUA, Espanha (espanhol, galego e catalão); Dinamarca, Alemanha, Holanda, Rússia, Croácia e Bulgária.

Prémios:

(1978) Prémio de Poesia da Casa da Imprensa (“Aquele que quer morrer”); (1987) Prémio Gulbenkian 1986/1987 (“O Inventão”); (1988) Menção do Júri do Prémio Europeu Pier Paolo Vergerio da Universidade de Pádua, Itália (“O Inventão); (1988) Prémio do Centro Português para o Teatro para a Infância e Juventude (CPTIJ) (conjunto da obra infanto-juvenil); (1993) Prémio Nacional de Crónica Press Club/ Clube de Jornalistas; (2002) Prémio da Crítica, da Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários” ("Atropelamento e fuga"); (2004) Prémio de Crónica 2004 da Casa da Imprensa (crónicas publicadas na imprensa em 2004); (2004) - Prémio de Poesia Luís Miguel Nava 2003 (Os livros) e (2005) Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT (Os Livros).

Bibliografia:

1973 - "O país das pessoas de pernas para o ar" (lit. infanto-juvenil); 1974 - Ainda não é o fim nem o princípio do Mundo, calma é apenas um pouco tarde (poesia); 1974 - "Gigões & amantes" (lit. infanto-juvenil); 1976 - "O têpluquê" (lit. infanto-juvenil); 1978 - Aquele que quer morrer (poesia); 1981 - "A lâmpada do quarto? A criança?" (poesia); 1983 - "O pássaro da cabeça" (poesia); 1983 - "Os dois ladrões" (teatro); 1984 - "Nenhum sítio" (poesia); 1984 - "História com reis, rainhas, bobos, bombeiros e galinhas" (lit. infanto-juvenil); 1985 - A guerra do tabuleiro de xadrez (lit. infanto-juvenil); 1986 - Os piratas(ficção); 1989 - "O caminho de casa" (poesia); 1987 - "O inventão" (teatro); 1991 - Um sítio onde pousar a cabeça (poesia); 1992 - "Algo parecido com isto, da mesma substância" (poesia); 1993 - "Farewell happy fields" (poesia); 1993 - Nascimento de Tiago; 1994 - "Cuidados intensivos" (poesia); 1994 - "O anacronista" (crónica); 1995 - O meu rio é de ouro /Mi rio es de oro (lit. infanto-juvenil); 1998 - "Aquilo que os olhos vêem, ou O Adamastor" (teatro); 1999 - Nenhuma palavra, nenhuma lembrança (poesia); 1999 - "Histórias que me contaste tu" (lit. infanto-juvenil); 2001 - "Atropelamento e fuga" (poesia); 2001 - "A noite" (teatro); 2001 - "Pequeno livro de desmatemática" (lit. infanto juvenil); 2002 - "Poesia reunida" (poesia); 2002 - "Perguntem aos vossos gatos e aos vossos câes" (teatro); 2002 - "Porto, modo de dizer" (crónica); 2003 - Os livros (poesia); 2003 - "Os papéis de K." (ficção); 2004 - "O cavalinho de pau do Menino Jesus" (lit. infanto-juvenil); 2005 - "Queres Bordalo?" (ficção); 2005 - "História do Capuchinho Vermelho contada a crianças e nem por isso por Manuel António Pina segundo desenhos de Paula Rego" (lit. infanto-juvenil); 2007 - "Dito em voz alta" (entrevistas); 2008 - "Gatos" (poesia) e 2009 - "História do sábio fechado na sua biblioteca" (teatro).

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