sexta-feira, julho 29, 2005

BENTE - Inauguração de Polidesportivo

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A Câmara Municipal, inaugurou na quinta-feira da passada semana, o polidesportivo da freguesia de Bente. A nova infra-estrutura desportiva, resultou de um protocolo entre a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia, em que a autarquia transferiu 30 mil euros para comparticipar o equipamento que teve o custo total de 45 mil euros. Localizado em terrenos adquiridos pelo municipio, próximo do novo jardim-de-infância da freguesia e da Escola Básica do 1º Ciclo, o novo equipamento desportivo está preparado para a prática de ténis, futebol de cinco e basquetebol, para além de outras actividades de lazer e recreio. A construção do novo recinto polidesportivo insere-se num projecto mais amplo eleborado pelo Departamento de Urbanismo, que prevê a criação no local, de um parque lúdico e desportivo. Para além do polidesportivo, o projecto aponta para a criação de uma piscina ao ar livre, parque de recreio infantil, terreno preparado para a prática de jogos tradicionais, jardins, zonas para estacionamento e equipamento de apoio, como balneários, entre outros.

sexta-feira, julho 22, 2005

URBANISMO - Ecopista

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Armindo Costa, Braamcamp Sobral (Presidente do Conselho de Administração da REFER) e Jorge Paulo Oliveira
A Câmara Municipal e a REFER, assinaram ontem, dia 22 de Julho, na Casa das Artes, o “Protocolo de Concessão de Utilização de Bens do Domínio Público Ferroviário” do antigo traçado da linha férrea Vila Nova de Famalicão que liga este concelho ao da Póvoa de Varzim e que irá permitir a construção da ECOPISTA de Vila Nova de Famalicão, que terá uma extensão aproximada de 10,6 Km.
O encerramento do tráfego de passageiros e mercadorias em vários troços ferroviários, ocorrido entre meados da década de 80 e início da década de 90, fruto da racionalização da exploração ferroviária, conduziu a REFER à busca de soluções efectivas para o património desactivado, quer no que respeita ao reaproveitamento do património edificado, quer no que concerne a uma reutilização da plataforma ferroviária, sendo nesta parte assente a sua adaptação a ECOPISTAS, criando-se rotas de passeio não motorizado, de lazer, de desporto e de contacto com a natureza, à semelhança do que acontece em países como os E.U.A., França, Inglaterra e Espanha.
Com a transformação deste antigo traçado ferroviário, que esteve em funcionamento entre 1881 e 1990, em ECOPISTA, tornar-se-à possível:
  • Travar a sua progressiva degradação;
  • Incentivar a prática de actividades alternativas, designadamente culturais, educativas e recreativas (pedestrianismo, cicloturismo, paisagismo, etc …);
  • Potenciar o aparecimento de actividades económicas;Requalificar as infraestruturas em utilização em equipamentos sociais complementares ao uso da plataforma;
  • Conservar a continuidade do antigo traçado ferroviário com os seus edifícios, como testemunho da história desta região e da importância que teve no seu desenvolvimento;
  • Potenciar a mudança de mentalidades a favor da mobilidade não motorizada, promovendo a acessibilidade universal, incluindo a pessoas com mobilidade reduzida;

De entre as principais características dos termos do protocolo a assinar, ressaltam:

  • A concessão a efectivar-se será feita pelo período de 25 anos, renovável por períodos sucessivos de 5 anos;
  • A fixação da renda anual de 250 € / Km;
  • A existência de um grupo de trabalho paritário a constituir pela Câmara Municipal e a REFER, que terá a incumbência de definir o tipo de ocupação a dar a todas as edificações existentes ao longo do traçado;
  • A assumpção pela REFER da responsabilidade e iniciativa de proceder à demolição das construções ilegais que foram surgindo ao longo do percurso, desde que a mesma foi desactivada, contando com a colaboração da autarquia;
  • A explicitação da REFER de que o património edificado ao longo da via será objecto de contratualização autonomizada;
  • A clarificação do direito de preferência da autarquia pela concessão do património edificado, já que o mesmo poderá ser merecedor de intervenções integradas no próprio projecto de execução da futura ECOPISTA;
  • A assumpção, por parte da REFER de, no prazo de 5 meses, a contar da data da outorga do contrato de concessão, conceber e elaborar os respectivos projectos de recuperação e arranjo paisagístico, bem como fornecer o estudo de sinalética;
  • A clarificação, por parte da REFER, de que a contagem do prazo da concessão só se inicia com a conclusão das obras de recuperação e adaptação da plataforma a ECOPISTA o mesmo se aplicando ao pagamento da renda anual.

Em simultâneo com a REFER, estabeleceu a Câmara Municipal, contactos com a “Vento Norte – Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres” de modo a estabelecerem-se formas de colaboração no desenvolvimento deste projecto, por parte desta associação que se tem afirmado pelas actividades de lazer ao ar livre, do turismo activo e rural, sensibilizado a população para o interesse destas mesmas actividades ligadas à Natureza.

quinta-feira, julho 21, 2005

HABITAÇÃO - Bairro Francisco Simões

. A Junta de Freguesia de Joane quer renovar os Bairros da Instituição Francisco Simões. O vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão já visitou os dois bairros tendo sido proposta a realização de um estudo prévio para o arranjo das habitações e para os arranjos exteriores, nomeando um técnico para acompanhar a situação de perto. Com a reabilitação destes bairros sociais, a Junta de Freguesia pretende ainda criar equipamentos de uso colectivo no seu interior, com a demolição de duas habitações que se encontram devolutas, criando assim o espaço necessário para a instalação dos referidos equipamentos. De acordo com a Junta de Freguesia de Joane a primeira fase de renovação das habitações deverá começar pelas coberturas das casas, colocando a placa e o respectivo telhado, “pois considera-se que a degradação das habitações começa pelos telhados, todos eles a precisar de arranjo”. A autarquia local solicitou apoio à Câmara Municipal de Famalicão, que o já garantiu, avançando faseadamente com a renovação pedida, começando pelo referido estudo prévio para avaliar as necessidades e elaborar um caderno de encargos. Texto extraído do jornal “Entre Vilas”, edição de 20 de Julho de 2005.

quarta-feira, julho 20, 2005

Geminação Mogege - S. Médrad D' Eyrans

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O terceiro aniversário da geminação da freguesia de Mogege com a localidade francesa de S. Médrad D‘ Eyrans, foi assinalada com a inauguração das obras de requalificação da avenida que acolheu o nome da localidade gémea de Mogege. A intervenção realizada pela Junta de Freguesia, com a colaboração da Câmara Municipal, conferiu um aspecto mais urbano à via de acesso ao interior da freguesia, a partir da Via Inter-Municipal (VIM). No topo dessa artéria, o executivo edificou um muro em granito onde ficaram gravados os nomes das duas localidades, numa clara demonstração dos “laços de amizade, cada vez mais fortes” que unem os dois povos. A inauguração desse monumento seguiu-se a uma sessão solene, realizada na sede da Junta, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Armindo Costa, e dos vereadores do Urbanismo e Ambiente, Jorge Paulo Oliveira e José Santos, respectivamente, do adjunto do Governo Civil de Braga, Carlos Alberto Malaínho, e do maire de S. Médrad D’ Eyrans, Christian, a liderar a delegação francesa que permaneceu em Mogege durante alguns dias. Mais tarde, a comitiva deslocou-se à Urbanização de Pitelas, loteamento promovido pela Câmara Municipal, para proceder à inauguração dos balneários de apoio ao polidesportivo, infra-estrutura que vai servir de apoio aos moradores daquela zona, assim como às associações da freguesia que não possuem equipamentos desportivos. As obras foram objecto de um protocolo com a Câmara de Famalicão, por proposta do vereador da Habitação, Jorge Paulo Oliveira.

terça-feira, julho 19, 2005

Associação Desportiva Carril

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A Câmara Municipal assinou ontem o protocolo de cedência do direito de superfície com a Associação Desportiva Carril, na freguesia de Mogege, pretensão ansiada por aquela colectividade há 16 anos. Em Mogege, a autarquia cedeu, pelo período de 51 anos, um terreno seu para que a ADC possa construir a sua sede social, recreativa e desportiva. Com esta cedência, a mais antiga colectividade da freguesia, que conta com 20 anos de existência, vê concretizado um procedimento que estava a impedir que cumprisse com normalidade o fim para que foi criada.

HABITAÇÃO - Urbanização da Cal

Fachadas, coberturas e muros de vedação vão ser reabilitados
Prosseguindo uma politica de melhoria continuada, visível e programada dos conjuntos habitacionais propriedade da autarquia, uma das preocupações constantes do Programa Municipal “Mudar de Casa, Mudar de Vida”, a Câmara Municipal levou a cabo um conjunto de obras de requalificação da Urbanização da Cal, na freguesia de Calendário, que tiveram como objectivo concretizar uma profunda revitalização urbana ao nível dos seus espaços exteriores, dotando-os de mais segurança, maior harmonia e de melhores zonas de lazer.
Desde que foram concluídos os 55 fogos deste aglomerado habitacional (iniciadas em 1986, com a 1ª fase e concluídas em 1998 com a sua 3ª fase) a única obra de requalificação que fora concretizada, resumiu-se a uma simples pavimentação das suas ruas de acesso.
Depois de no final do terceiro trimestre de 2004, terem sido concluídas as obras de ampliação e modernização do CICAL (Centro de Intervenção da Cal) num investimento de 50.000,00 €, que além da criação de novas salas e gabinetes, muniu aquela estrutura de novo mobiliário, equipamento informático e inclusive um parque infantil, a autarquia deu inicio às obras dos espaços exteriores, dotando a urbanização de melhores condições espaciais, funcionais e ambientais, aumentando desse modo a satisfação residencial dos seus moradores.

Fruto da requalificação operada e que obrigou a um investimento de 150.466,00 €, foram:

  • Criados novos passeios e zonas pedonais;
  • Redimensionados os lugares de estacionamento existentes;
  • Criada uma barreira de protecção dos moradores à intensa circulação automóvel;
  • Plantados corredores de árvores (choupos negros);
  • Desmatação, limpeza, demarcação e plantação de pinheiros mansos no espaço do logradouro a norte;
  • Criação de diversos muros de betão para evitar a ocorrência de desabamento de terras;
  • Criação e pavimentação de uma nova área de lazer;
  • Criação de uma nova zona de estacionamento;
  • Criação de novas zonas ajardinadas;
  • Construção de uma nova casa do correio;
  • Desactivação e demolição do Posto de Transformação;
  • Reforço expressivo da iluminação;
  • Construção de um canil;
  • Construção de um polidesportivo.

Com este conjunto de intervenções, que dinamizaram todo aquele espaço e melhoraram indubitavelmente a qualidade de vida dos moradores, aliada à intervenção efectuada no CICAL, estrutura de acompanhamento social permanente do complexo, sem esquecer a criação da AMC – Associação de Moradores da Cal, começaram-se a dar passos firmes para mudar a má imagem formada sobre o mesmo e seus habitantes, a qual vinha perdurando, desde o primeiro dia do realojamento das famílias aí operado.

Estas obras que foram já inauguradas correspondem à primeira fase das intervenções programadas para aquele complexo habitacional. A segunda fase contempla a substituição das coberturas, reparação das fachadas e dos muros de vedação dos logradouros.

As coberturas encontram-se em muito mau estado, permitindo a entrada de humanidades, pelo que irá proceder-se à sua substituição, de maior resistência e que permitam um maior isolamento térmico e das humidades.

Está, também, prevista a substituição de rufos e da rede de drenagem de águas pluviais, nomeadamente, caleiros e tubos de queda.

Para a reabilitação das fachadas está previsto, numa primeira fase, a limpeza e preparação das mesmas para posterior pintura incluindo lavagem de todas as superfícies e reparação dos rebocos existentes, nos locais onde os mesmos se encontram danificados, por forma a criar uma base sólida para a posterior pintura, seguindo-se a aplicação de uma solução aquosa contendo substâncias activas e produto incolor baseado em resinas acrílicas, especialmente aconselhado como primário aglutinador, concluindo-se a reparação das mesmas com uma pintura armada com tela de nylon.

Para além na reabilitação das paredes das fachadas, também estão previstas substituições de estores e de caixas de contadores para água e eléctrico em cada habitação.

Para a realização destes trabalhos e por proposta do vereador da Habitação, Jorge Paulo Oliveira, a Câmara Municipal deliberou na sua reunião de 14 de Julho de 2005, autorizar a abertura do respectivo concurso público cujo valor base é de 300.000,00 € (IVA não incluído).

segunda-feira, julho 18, 2005

URBANISMO - O Futuro do Mercado da Construção

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À semelhança do país, o mercado de construção para habitação em Vila Nova de Famalicão, encontra-se num período de recessão. Depois do forte crescimento registado no final da década de noventa, a redução de construção de novos fogos tornou-se visível a partir de 2001. Os primeiros sinais da crise ocorreram, porém, dois anos antes. Há época, só não foram verdadeiramente sentidos, graças às muitas licenças de construção emitidas, e que implicaram a conclusão das obras correspondentes. Com o aumento de dois pontos percentuais da taxa máxima do IVA, ocorrida no Governo de Durão Barroso, aliado à extinção do crédito bonificado, o sector viu agravadas as suas dificuldades. O novo aumento verificado no mesmo imposto, agora concretizado pela mão do Governo do Engº José Sócrates fará com que a compra da habitação sofra indirectamente um novo aumento já que este se irá repercutir no preço final da aquisição e nos materiais de construção. Este facto necessariamente adiará por mais alguns anos, a desejada retoma, tanto mais que as famílias portuguesas estão já absolutamente endividadas. O endividamento na aquisição de casa própria, aumentou de 18% em 1992 para mais de 100% em 2002. Há, porém, um outro factor que não pode ser esquecido. O “sobre-aquecimento” do próprio mercado de habitação que conduziu a um excesso de oferta. No nosso concelho, entre 1991 e 2001, enquanto a população cresceu 11,6%, a construção de novos fogos, em idêntico período, cresceu 24.0%. Não se estranha, por isso, que em 2003 se encontrassem devolutos, no nosso concelho, mais de 4 mil fogos, entre os 544 mil fogos vagos no país. Se a estes dados acrescentarmos que, dos 45.749 alojamentos clássicos existentes em 2001, 73% estavam ocupados pelo proprietário e que se assistiu a um agravamento do índice de envelhecimento entre 1991 e 2001, devido sobretudo ao aumento percentual da população com mais de 65 anos (+47%) e à diminuição do número de jovens até aos 14 anos (-10%), facilmente se conclui que o elevado ritmo construtivo que se estava a verificar não podia continuar e tenderia a reduzir-se ao seu “estado natural”. A procura passa a ser feita sobretudo pelas “famílias em transição”, como os jovens que saem de casa dos pais, as famílias que vêem aumentado o número de elementos do seu agregado ou que se desagregam, bem como pelas denominadas “famílias em movimento”, que por razões profissionais ou de outro tipo mudam para o nosso concelho. Uma coisa parece certa, a procura será menor e o ritmo crescente de licenciamentos e de conclusão de fogos essencialmente centrado na construção nova de habitação forçosamente terá de diminuir, levando ao encerramento de inúmeras empresas de construção civil. De 2004 para 2005, segundo os dados do IMOPPI, desapareceram 4200 empresas do mercado nacional. Este quadro em Vila Nova de Famalicão, é naturalmente preocupante. Estamos perante um dos sectores de actividade de maior relevância económica e social, enquanto factor gerador de emprego e indutor de desenvolvimento de outros sectores económicos, sendo directamente responsável por uma elevada parcela do investimento. A inversão deste panorama passa por novas apostas e de entre estas a do mercado da reabilitação, que no país, mas também no nosso concelho, apresenta elevado potencial de crescimento. Em Portugal existem mais 800 mil fogos a necessitar de obras de reabilitação, sendo que 325 mil habitações não possuem uma das quatro infra-estruturas básicas - electricidade, instalações sanitárias, água canalizada e instalações de banho, ou duche. Em matéria de habitação, torna-se pois, essencial e urgente, que antes de optar pela construção nova, se reabilitem os alojamentos existentes, evitando a sua degradação e dotando-os das condições mínimas de habitabilidade. Aliás, há muito que os países, nossos parceiros da União Europeia, inverteram as prioridades. Enquanto que em Portugal, o peso da reabilitação, no conjunto da actividade construtiva, é de apenas de 4%, a média europeia é de 33%. A Itália lidera com 45,9%, logo seguida da França (43,3%) e Reino Unido (33%). A vizinha Espanha, embora colocada nos últimos lugares, situa-se nos 23,1%. O caminho apontado, por si só não basta e independentemente das medidas governamentais que potenciem o crescimento deste mercado, obriga a que as empresas de baixos recursos, e que no nosso concelho o são em elevado número, financiando-se e sobrevivendo em torno do mercado residencial, devido à saturação deste, se adaptem a este novo tipo de construção. A sua reduzida dimensão, pode inclusive ser uma vantagem competitiva em termos de capacidade de adaptação e redução de custos de modernização da estrutura. O tempo que vivemos é de mudança. A mudança é útil, é positiva e é necessária. A construção civil em Portugal e no nosso concelho tem futuro. Mas esse futuro passa pela mudança. Pela mudança das apostas, mudança das politicas, mudança de mentalidades, mudança dos modelos de organização, redução de custos e modernização das estruturas empresariais. Obs: Artigo de opinião, publicado na edição de 15 de Julho de 2005, do semanário “Opinião Pública”

domingo, julho 17, 2005

FIBROSSOM - Inauguração de nova sede

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José Luis Mesquita (Presidente do Conselho de Administração), Armindo Costa e Jorge Paulo Oliveira
A Fibrosom, empresa líder ibérica na distribuição de isolamentos térmicos e acústicos, inaugurou, ontem, a sua nova sede. Implantado num terreno com cerca de 30 mil metros quadrados confinante com a E.N. Famalicão – Santo Tiros e a escassas centenas de metros da saída de Famalicão da A.E. Porto-Braga, no novo edificio, a Fibrossom, passa a dispor de escritórios e de uma área social, um armazém com cinco mil metros quadrados de superficie coberta e um cais de carga para sete camiões TIR. Tendo começado, em 1981, pela comercialização de produtos de isolamento térmico, isolamento acústico e de fibra de vidro, com uma loja no centro de Vila Nova de Famalicão, rapidamente a Fibrossom se posicionou no topo do sector da distribuição desse tipo de produtos, captando a confiança dos maiores fabricantes mundiais e alargando o seu portfolio a novos produtos e soluções inovadoras. Em 1997, abriu uma delegação em Alverca, seguindo-se em 2001, a delegação de Alcantarilha, no Algarve. Com um capital social de 1,6 milhões de euros, e empregando cerca de 40 trabalhadores, a Fibrossom obteve em 2004, um volume de negócios da ordem dos 9 milhões de euros, sensivelmente a mesma cifra que os seus responsáveis prevêem para o corrente exercício. Para o corrente ano, a empresa vai arrancar com um plano de internacionalização de negócios que, segundo os seus responsáveis, irá contribuir para o reforço da liderança do mercado de distribuição de isolamentos térmicos e acústicos para a indústria da construção civil na Península Ibérica. Espanha, Grécia e Itália. A cerimónia de inauguração contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Armindo Costa e do Vice-Presidente e Vereador do Pelouro do Urbanismo, Jorge Paulo Oliveira.

sexta-feira, julho 15, 2005

URBANISMO - Exposição "Cidade e Democracia"

Cidade e Democracia - 1974 - 2004
Promovida pelo Pelouro do Urbanismo da Câmara Municipal e inserida no âmbito das comemorações dos 20 anos de elevação de Vila Nova de Famalicão a cidade, que decorrem durante este ano, encontra-se patente até ao próximo dia 31 de Julho, na Casa das Artes, uma exposição documental dedicada ao tema “Cidade e Democracia – 1974 – 2004”.
A mostra, baseada nos trabalhos apresentados ao “programa nacional de bolsas de investigação para finalistas e jovens licenciados na área da arquitectura”, sob o tema “Cidade e Democracia”, promovido pela Fundação da Juventude e Ordem dos Arquitectos – Secção regional do Norte, é constituída por cartazes síntese do estudo e por um dossier de trabalho, contendo gráficos e textos de análise.
Este programa destinou-se a apoiar a realização de trabalhos inéditos de investigação sobre a transformação da cidade em Portugal, no contexto da democratização do poder local desde o 25 de Abril de 1974. A investigação centrou-se sobre cidades portuguesas de escala intermédia, estando excluídas as cidades do Porto e de Lisboa, pelo facto de ultrapassar a dimensão urbana referida.
O principal objectivo foi a realização de trabalhos de investigação que permitam um conhecimento aprofundado sobre a evolução recente de cada cidade, tendo em conta o processo de transformação arquitectónica e urbanística operado a partir do 25 de Abril de 1974.
A mostra pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e aos sábados a partir das 17h30. A entrada é livre.

quarta-feira, julho 13, 2005

HABITAÇÃO - "Casa Solidária"

Projecto Inovador arranca hoje na freguesia da Carreira
Em ambiente de festa, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, inaugurou hoje, na freguesia da Carreira, a sua primeira “Casa Solidária”.

A “Casa Solidária” resultado de um projecto inovador da autarquia famalicense, previsto no Programa Municipal “Mudar de Casa, Mudar de Vida”, traduz uma resposta a especificas necessidades habitacionais e sociais, consistindo na construção de habitações a expensas da autarquia, destinadas a realojar cidadãos residentes em construções abarracadas, sem rectaguarda familiar, desprotegidos e com carências diversas, que demandam um acompanhamento social muito próximo ou mesmo permanente, entre eles o apoio domiciliário, o qual será depois prestado por instituições vocacionadas para o efeito, inseridas na Rede Social do Concelho.

A habitação, hoje inaugurada, de construção pré-fabricada, vai acolher pessoas desprotegidas, não só na freguesia da Carreira, mas de toda a população necessitada das freguesias vizinhas, na zona sul-nascente do concelho.

Implicando um investimento de 26 mil euros, esta construção manter-se-à propriedade do município, mas gerida no âmbito da Rede Social do Município, pelo Centro Social e Cultural de S. Pedro do Bairro, da Comissão Social Inter-freguesias daquela zona do concelho, que abrange as freguesias de Bairro, Carreira, Delães, Novais e Ruivães a qual assumiu ainda a responsabilidade de prestar o acompanhamento social devido às pessoa a realojar.

segunda-feira, julho 11, 2005

URBANISMO - Praça Madalena Fonseca

Inauguradas as obras de requalificação
Integrado nas comemorações do 20º aniversário de elevação a cidade, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, inaugurou no passado dia 9 de Julho, as obras de requalificação da Praça Madalena Fonseca, pondo termo a à sua acentuada degradação, ocorrida ao longo das duas últimas décadas, não obstante as recorrentes e denuncias dos munícipes e sistemáticos apelos à intervenção camarária.
Situada no centro da cidade, nas traseiras do posto de atendimento dos CTT, a Praça Madalena Fonseca, confronta vários edifícios de habitação multifamiliar de média densidade (4-5 andares), bem como vários logradouros e áreas de tardoz de aparcamentos.
O recato desta área, proporcionada pela própria configuração do espaço público, situação envolvente e acessibilidade condicionada a retorno, conferem-lhe uma natureza de jardim condominial.
A intervenção levada a efeito e que obrigou a um investimento de 130 mil euros, reforçou a pacatez e o recato que este espaço público sempre transmitiu, criando-se, simultaneamente, condições de utilização lúdica e de estadia.
Os percursos de atravessamento do espaço, também foram alterados tendo em vista a correcta articulação da área residencial e de estacionamento automóvel com o centro urbano.A vegetação arbórea existente foi mantida, procedendo-se à colocação de relva, ocupando os maciços arbustivos a orla do jardim, desenhando a configuração do relvado, e proporcionando, em simultâneo, o necessário enquadramento do espaço público na envolvente.
Foi ainda criado um espaço de estadia – esplanada em ripado de madeira ensombrada pelas tílias existentes, que se revela bastante atractiva, dada a exposição solar privilegiada, a par do enquadramento envolvente, proporcionado pela vegetação e pelo relvado.
A parte da iluminação não foi esquecida, reforçando-se a presença das árvores existentes pela colocação de projectores de pavimento, utilização de balizadores, pontos de luz encastrados em parede na sinalização dos percursos e colunas altas com projectores.

sexta-feira, julho 08, 2005

URBANISMO - Exposição "Marcos do Património"

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Promovida no âmbito das comemorações municipais dos 800 anos da atribuição do Foral de D. Sancho I, a exposição “Marcos do Património” tem por objectivo dar a conhecer a riqueza e diversidade do património cultural do concelho de Vila Nova de Famalicão.
Elaborada no âmbito dos trabalhos de revisão do Plano Director Municipal e do levantamento exaustivo realizado pelos técnicos municipais nas 49 freguesias, a mostra dá a conhecer um universo de cerca de 1200 bens imóveis já identificados.
Patente na Galeria Municipal da antiga Casa Malheiro até 30 de Setembro, pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 14h00 às 19h00.
Durante a inauguração desta exposição, ocorrida na passada terça-feira, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Armindo Costa, anunciou o lançamento de um novo projecto municipal, intitulado “Clubes do Património”, que surge na sequência de um projecto inovador que se inicia precisamente com a organização da exposição agora inaugurada.
Com os «Clubes do Património» a autarquia procurar criar uma rede concelhia para a defesa e divulgação do património cultural, que envolva a comunidade educativa. “Trata-se de um trabalho curricular realizado pelas escolas, incentivando a realização de iniciativas que envolvam a comunidade local em torno da divulgação e defesa do seu próprio património cultural”, explicou o autarca.
A exposição “Marcos do Património”, mostra o trabalho entretanto desenvolvido pela autarquia, foi elaborada com o objectivo de ser levada para outros espaços, possibilitando um trabalho contínuo e consistente de sensibilização da população para a defesa e salvaguarda da nossa memória colectiva”encerrando a primeira fase de um trabalho que será desenvolvido ao longo dos próximos anos, com incidência para a vertente pedagógica.Depois de encerrada a exposição, a 30 de Setembro, a Câmara Municipal irá fornecer a cada escola do concelho, a parte da exposição correspondente ao seu espaço geográfico – as freguesias que compõem o agrupamento – de modo a que cada “Clube do Património” possa desenvolver a sua actividade.
Numa terceira fase do projecto, a autarquia famalicense pretende ainda criar “o “Conselho Municipal para a Salvaguarda e Divulgação do Património Cultural” que, envolvendo, no princípio, apenas a comunidade educativa, deverá ser potenciado e valorizado com o contributo e a participação de entidades ou pessoas com reconhecidos méritos nesta área”.

quarta-feira, julho 06, 2005

HABITAÇÃO - Urbanização das Austrálias

Lançamento da 1ª Pedra
Há muito desejadas, começam a 12 de Julho, as obras da Urbanização das Austrálias, no lugar do Outeiro, freguesia de Requião.
Inserido no Programa Municipal “Mudar de Casa, Mudar de Vida”, a Câmara Municipal, depois de ter procedido à limpeza da zona circundante, respectivo levantamento topográfico, realojamento temporário das familias e elaborado o estudo prévio da urbanização, deliberou, na sequência do respectivo concurso público, celebrar um Contrato de Desenvolvimento de Habitação (CDH), com a firma Empreiteiros Casais, S.A., que constituiu entretanto o consórcio “Empreiteiros Casais de António Fernandes da Silva, S.A.” e “Imotibães – Sociedade Imobiliária, Lda”, visando a construção de 12 moradias unifamiliares em banda, nesse local, ao qual se somam mais 4 fogos no Bairro de S. Vicente, em Gavião.
Os fogos posteriormente a colocar integralmente no mercado do arrendamento social, permitirá o realojamento de famílias que comprovadamente não dispõem das condições económicas mínimas para acederem à compra ou arrendamento de habitação no mercado comercial. A operação urbanística desenvolve-se num terreno com 4.400 m2, onde serão implantadas duas bandas, de 6 moradias unifamiliares cada, com dois pisos acima da cota de soleira, sendo r/c + 1 e uma cércea máxima de 7.20m.
Será ainda construído um campo de jogos e um edifício para equipamento social com área de 150 m2. O restante terreno destina-se a espaços verdes.
O acesso ao empreendimento é feito através do arruamento existente (a pavimentar), que contemplará faixa de rodagem, passeio e baía de estacionamento.
A edificação, nos locais de origem, de pequenos aglomerados destinados ao arrendamento social, de que este investimento é exemplo permitirá não só melhorar a gestão e o acompanhamento do próprio bairro, mas também evitar o fenómeno sempre prejudicial do desenraizamento das famílias.
Os edifícios de habitação a custos controlados projectados regem-se por um conjunto de indicações específicas no ponto de vista tipológico, ao nível do desenvolvimento programático dos fogos, nos materiais e sistema construtivo, para além do cumprimento óbvio pelos regulamentos e legislação geral aplicável.
A solução preconizada ao nível da organização funcional das tipologias assenta na existência de espaços com caracterizações distintas que obrigam a uma estrutura espacial razoavelmente complexa, mas que se contém nos seguintes aspectos organizativos: hall de distribuição, zona comum, zona de quartos.
Do ponto de vista construtivo, adopta-se um sistema de fachada dupla ventilada constituída por: alvenaria simples de tijolo vazado cerâmico de 11 cm, pelo interior, impermeabilizada com reboco ceresitado; poliuretano projectado como isolamento térmico, que pela sua característica de camada contínua consegue oferecer uma continuidade térmica e, ao mesmo tempo, uma melhor impermeabilização da parede; caixa-de-ar para efeito de ventilação; tijolo vazado cerâmico de 15cm areado para pintar
O custo total do investimento será de 751.344,00 €.

HABITAÇÃO - Loteamento Municipal de Pitelas

Avançam balneários de apoio ao polidesportivo do Loteamento Municipal de Pitelas
Uma das preocupações da Câmara Municiapl de Vila Nova de Famalicão, na prossecução de uma politica de melhoria continuada, visível e programada dos conjuntos habitacionais públicos da directa responsabilidade do município, inserta no Programa Municipal “Mudar de Casa, Mudar de Vida”, tem sido não só a recuperação do património edificado, mas também a revitalização urbana ao nível dos seus espaços exteriores, promovendo-se, desse modo, uma efectiva melhoria urbanística, correcta requalificação urbana, e aumentando-se, por essa via, também o grau de satisfação residencial.
Ao nível dos espaços exteriores as intervenções levadas a efeito, tem procurado dotar os empreendimentos habitacionais de zonas de lazer destinado aos seus moradores, nelas se incluindo, sempre que possível zonas desportivas próprias.Assim no âmbito da execução daquele Programa Municipal, foram construídos polidesportivos nos empreendimentos da Quinta do Passal (Avidos); Urbanização da Cal (Calendário) e Loteamento de Valdossos (Fradelos).Por seu turno o polidesportivo do Complexo Habitacional das Lameiras, sofreu recentemente profundas obras de renovação, estando prevista a execução de um equipamento do género no loteamento municipal do Outeiro, na freguesia de Requião e no de Pinheiral, em Antas.
É neste quadro de intervenções que se insere a construção de um balneário de apoio ao existente polidesportivo do loteamento municipal de Pitelas, que a Câmara Municipal, na sua reunião de 29 de Junho de 2005, e sob proposta do vereador do pelouro da habitação, Jorge Paulo Oliveira, deliberou transferir para a Junta de Freguesia de Mogege a quantia de 40.000,00 € + IVA.