sábado, fevereiro 25, 2006
Jovens Artistas Jovens
Boletim Jovem Municipal
Cartão Jovem Municipal renovado
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
"PONTO DE ENCONTRO" nas Escolas Camilo Castelo Branco e D. Sancho I
Escola Camilo Castelo Branco
Escola D. Sancho Iterça-feira, fevereiro 21, 2006
Câmara vai instalar radares de controle de velocidade
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai instalar radares de controle de velocidade em algumas das principais vias rodoviárias que atravessam a cidade.
A adopção desta medida de acalmia de tráfego tem por objectivo aumentar os padrões de segurança rodoviária, sem as desvantagens conhecidas de outras medidas de que são exemplo as soluções semafóricas ou a colocação de lombas redutoras de velocidade.
As primeiras pelos efeitos negativos que, por vezes, acarretam à desejável fluidez da circulação rodoviária. As segundas pelo excesso de ruído e trepidação que provocam nas habitações situadas nas imediações, sem esquecer as dificuldades criadas a ambulâncias e os riscos que potencia quanto aos doentes ou sinistrados socorridos.
A colocação de radares de controle de velocidade, incorporando as novas tecnologias e que tenham como consequência o levantamento de autos de contra-ordenação para quem não cumpre o Código da Estrada é a solução que obstando aqueles aludidos inconvenientes, resolve mais eficazmente os problemas da falta de segurança rodoviária, em algumas artérias da cidade, com as conhecidas e comprovadas vantagens em termos ambientais.
Trata-se de uma medida bem mais dispendiosa que as alternativas citadas, mas é um preço que deve ser pago, em nome da segurança. Convém nunca esquecer que a tendência geral é para se circular a mais de 70 quilómetros dentro das cidades e a esta velocidade um atropelamento dá morte certa.
As artérias escolhidas pela autarquia são as movimentadíssimas Avenidas Dr. Carlos Bacelar, General Humberto Delgado, 9 de Julho e Avenida de França.
O processo está ainda numa fase embrionária, com a consulta informal a diversas empresas que prestam serviços, fabricam e comercializam este tipo de equipamentos. A data provável para a sua colocação será o final do corrente ano.
A novidade foi avançada, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, no passado dia 6 de Fevereiro, no decorrer da iniciativa “Ponto de Encontro” que reuniu os vereadores Jorge Paulo Oliveira (Juventude) e Leonel Rocha (Educação) com a Associação de Estudantes e Delegados de Turma, daquele estabelecimento.
FOTO: Semanário “Opinião Pública”, edição de 09.02.2006.
domingo, fevereiro 19, 2006
AZIMUTE - Aposta sem Futuro
sábado, fevereiro 18, 2006
Troféu Nacional de Trial Indoor
Cerca de mil e quinhentas pessoas assistiram, no passado fim-de-semana, à segunda jornada do Troféu Nacional de Trial Indoor, que decorreu no Pavilhão Municipal de Vila Nova de Famalicão.
Num percurso constituído por cinco zonas "normais" – concebidas com recurso a pneus, manilhas de cimento, pedras, bobines em madeira e caixas metálicas gigantes –, uma zona "paralela" e uma de "salto em altura", o piloto André Garcia impôs a sua autoridade, saindo vencedor do Troféu.
André Garcia começou o seu domínio logo na primeira volta, que apurou três pilotos para uma última ronda e classificou os restantes. Garcia obteve então 6 pontos, contra 11 de Pedro Maia e 14 de João Sousa, que confirmou o apuramento na derradeira zona, a "paralela", onde entrou empatado com João Ribeiro que somou mais um ponto e acabou com 15. Mais distante, com 21 pontos, ficou o quinto classificado, João Vigário, seguido de Daniel Sousa, com 22 pontos e Nuno Santos, com 27, que fecharam a tabela classificativa.
Os três qualificados para a ronda final enfrentaram os obstáculos em sentido contrário, e André Garcia voltou a demonstrar supremacia, obtendo apenas a penalização máxima, 5 pontos, numa zona onde os seus rivais não tiveram melhor desempenho.
Garcia totalizou 9 pontos, contra os 14 de João Sousa, segundo classificado, e os 23 pontos de Pedro Maia.
Após as duas jornadas, Paços de Ferreira e Famalicão, o Troféu é liderado por André Garcia, da equipa “Gas Gás”, com 20 pontos; seguido de Pedro Maia, da “Sherco”, com 14; João Sousa da “Scorpa” é terceiro, com 11 pontos; o quarto posto é ocupado por João Ribeiro, da equipa “Beta”, com 10 pontos; Daniel Sousa, da "Scorpa” é quinto, com 9; e o sexto posto da tabela é partilhado por Nuno Santos, da “Montesa” e João Vigário, da equipa “Gas Gás”, com 6 pontos.
Esta segunda prova do Troféu Nacional de Trial Indoor, foi organizada pela Federação Nacional de Motociclismo (FNM) e pela “No Limite”, promotor ligado aos desportos radicais, com o apoio da Câmara Municipal.
A autarquia esteve ao lado do evento “na sequência de uma política de promoção do desporto e neste caso, dos desportos motorizados, que no concelho reúnem muitos aficionados”, salientou o vice-presidente do município, Jorge Paulo Oliveira. A possibilidade do Trial voltar a Famalicão está em aberto, a cidade pode ser um novo “palco” à luz dos objectivos da promoção da modalidade, referiu Rui Castro, da Comissão do Trial da FNM.
sábado, fevereiro 04, 2006
Câmara marca "Ponto de Encontro" na Escola
A Câmara Municipal inicia na próxima segunda-feira, 6 de Fevereiro, pelas 14h00, na Escola Camilo Castelo Branco, a primeira visita da iniciativa intitulada "Ponto de Encontro" organizada pelo pelouro da Juventude e destinada a criar uma maior proximidade da autarquia junto do movimento juvenil do concelho.
Numa primeira fase da iniciativa, que irá decorrer entre Fevereiro e Abril, o vereador da Juventude, Jorge Paulo Oliveira, irá visitar os movimentos estudantis do concelho, sendo que posteriormente a iniciativa será alargada a todas as associações juvenis famalicenses.
Para além de Jorge Paulo Oliveira, esta primeira visita de trabalho à Associação de Estudantes da Escola Camilo Castelo Branco irá contar com a presença do vereador da Educação, Leonel Rocha.
Entre os diversos temas a abordar com os estudantes, o vereador da Juventude tem em agenda conhecer os projectos, iniciativas e as dificuldades da Associação de Estudantes e divulgar as medidas em curso da autarquia, designadamente as Bolsas de Estudo; a elaboração do Regulamento de Apoio às Associações; os benefícios do Cartão Jovem Municipal; as políticas para Juventude promovidas pelo município e ainda a temática da Universidade Júnior.
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Habitação - Novo polidesportivo avança em Antas
Alcino Cruz (Presidente da Junta de Freguesia de Antas), Cristiano Silva (Empreiteiros Casais, S.A.) Armindo Costa (Presidente da Câmara Municipal) e Jorge Paulo Oliveira, durante a assinatura do Auto de Consignação.segunda-feira, janeiro 30, 2006
Conselho Municipal de Juventude
Os principios orientadores para a elaboração do Regulamento de Apoio às Associações Juvenis, Associações de Estudantes e Grupos de Jovens, suscitou amplo interesse e debate dos representantesMelhoramentos no União Desportiva Bairrense
Filipe Cruz (Presidente da Direcção da UDB), Leonel Rocha (Vereador do Desporto), António Ribeiro (Presidente da Junta de Freguesia de Gavião), Jorge Paulo Oliveira e Padre Domingos Machado, no momento da benção das renovadas instalaçõessexta-feira, janeiro 27, 2006
Câmara renova Acordo de Colaboração com a Associação de Moradores das Lameiras
A convicção de que a gestão dos parques habitacionais públicos deve assentar na responsabilização colectiva e no envolvimento de todos os seus actores, aliada à certeza de que a obtenção de graus superiores de eficácia, em termos de agilização de procedimentos e celeridade de decisões, se obtém pela maior proximidade dos decisores em relação aos bens a gerir, levou a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, por proposta de Jorge Paulo Oliveira, Vereador da Habitação, a celebrar com a Associação de Moradores das Lameiras um Acordo de Colaboração relativo à gestão daquele complexo habitacional constituído por 290 fogos e cuja titularidade passou para a autarquia na sequência da assinatura do “Auto de Cessão”, em 20 de Maio de 2004 com o IGAPHE.
O 1º Acordo de Colaboração foi assinado em 2004 e renovado em 2005.
No âmbito desse Acordo, tem sido concretizadas um conjunto de obras de conservação e de reabilitação do edificado e desenvolvido um conjunto de serviços de natureza social que vão desde o atendimento às famílias, visitas domiciliárias, realização de inúmeras acções de prevenção primária na área da toxicodependência, acompanhamento de situações de vulnerabilidade económica, social e até afectiva, promoção de diversas acções de carácter cultural e recreativo e de incentivo à participação e consciencialização dos moradores para o pagamento da renda.
Fruto deste Acordo, foi possível manter em pleno funcionamento um Gabinete Social, via contratação de uma técnica superior de Serviço Social e de um escriturário a tempo parcial.
O sucesso alcançado nos dois anos anteriores esteve na base da deliberação camarária da passada quarta-feira, dia 25 de Janeiro, por proposta do vereador Jorge Paulo Oliveira, de renovar o Acordo de Colaboração com a AML para o ano de 2006, sujeito a um novo Plano de Acção Global, que obrigará à transferência financeira mensal de 8.840,00 € por parte da Câmara Municipal para aquela conhecida e dinâmica associação.Câmara e ACIF abordam Publicidade e Sinalética Comercial
AZIMUTE - Descarga Eléctrica
O Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, veio a Vila Nova de Famalicão apadrinhar o lançamento do Programa TII – Tecnologia, Inovação e Iniciativa, destinado à formação de desempregados do sector têxtil ao nível das técnicas base de trabalho com um computador, resultado de uma parceria entre a Microsoft Portugal e o Citeve.
Agora que o silêncio imposto aos ministros foi levantado, desde que não escrevam artigos de opinião, acreditei que Vieira da Silva aproveitasse a oportunidade para, ainda que sumariamente, melhor explicitar esse grande “desígnio nacional”, a que José Sócrates chamou de “choque tecnológico”.
Mas nada. Nem uma palavra proferiu sobre o tema, nem sobre a sua transformação em “Plano Tecnológico”, a nova terminologia usada, certamente por se revelar mais consentânea com a responsabilidade governativa.
Mesmo que a grande maioria dos portugueses ainda não tenha percebido de que se trata afinal o tão propalado “choque”, o Ministro do Trabalho, porque não ache importante a “bandeira” do executivo socialista, ainda que a mesma incorpore eixos que o devessem preocupar, como a inovação, a tecnologia e a qualificação de recursos humanos ou porque tem bem presente o recente “choque” com o Ministro das Finanças a propósito da falência, em 2015, do sistema da segurança social, à cautela, preferiu omitir tal expressão e explicitação, não fosse provocar novos “choques governativos”.
Há, porém, uma terceira hipótese. Puro constrangimento. Na verdade o “choque tecnológico”, não passa de um “choque sonoro” e de um “choque eléctrico”.
Quando se apresentam 166 medidas de carácter avulso, muitas delas em andamento, ainda o Partido Socialista não tinha chegado ao poder, sem a participação nos trabalhos de elaboração, dos agentes a quem o “Plano” se dirige e que lentamente a todos vai desmobilizando, não é um “choque tecnológico”, mas antes um “choque sonoro”, um “sound bite” do moderno marketing politico.
Uma intenção governativa que já provocou faíscas entre Manuel Pinho, Ministro da Economia, e Mariano Gago, Ministro da Ciência e Ensino Superior, porque o primeiro tutelava o “Plano”, mas usava as dotações financeiras do orçamento do segundo, levando ao afastamento dos dois, não é um “choque tecnológico”, mas antes um “choque eléctrico”.
Um propósito do governo que “queima” os sucessivos dirigentes do projecto, de que o último exemplo foi a demissão da Unidade de Coordenação do independente José Tavares e sua substituição por Lebre Freitas, um simpatizante socialista, só pode ser considerado um “choque eléctrico”.
Mas, para o Partido Socialista, muito pior que este “choque eléctrico”, foi o que ocorreu no passado domingo. Ao ter ficado há frente de Mário Soares, Manuel Alegre provocou seguramente, não um “choque eléctrico”, mas uma autêntica “descarga eléctrica”, e de alta voltagem, nos seus dirigentes.
Artigo publicado no semanário “Opinião Pública”, edição de 27 de Janeiro de 2006quarta-feira, janeiro 25, 2006
Urbanização da Cal - Fachadas e coberturas vão ser reabilitadas
Jorge Paulo Oliveira, José Maia (Presidente da Associação de Moradores da Cal) e Armindo Costa (Presidente da Câmara Municipal) aquando de uma visita à Urbanização
A Câmara Municipal tem vindo a dar passos firmes tendentes a aumentar a qualidade de vida e o grau de satisfação residencial dos moradores da Urbanização da Cal, na freguesia de Calendário, e mudar a má imagem formada sobre o mesmo e seus habitantes, a qual vinha perdurando, desde o primeiro dia do realojamento das famílias aí operado. Nesse sentido e no âmbito do Programa Municipal “Mudar de Casa, Mudar de Vida”, foram iniciadas e concretizadas todo um conjunto de intervenções, referentes a uma primeira fase, que passaram por:
- Obras de ampliação e modernização do CICAL (Centro de Intervenção da Cal) num investimento de 50.000,00 €, que além da criação de novas salas e gabinetes, muniu aquela estrutura de novo mobiliário, equipamento informático e inclusive um parque infantil;
- Obras de requalificação dos espaços exteriores do complexo, num investimento total de 150.466,00 €, que dotou a urbanização de novos passeios, novas zonas pedonais e de estacionamento, diversos muros de betão para evitar a ocorrência de desabamento de terras; uma nova de lazer; uma nova casa do correio; reforço expressivo da iluminação; construção de um canil e de um polidesportivo.
A Câmara Municipal vai agora avançar para a segunda fase das obras programadas, tendo aprovado, na reunião camarária de hoje, a proposta apresentada pelo Vereador de Habitação, Jorge Paulo Oliveira, que adjudicaria a empreitada atinente à substituição integral das coberturas, reparação das fachadas e dos muros de vedação dos logradouros. O vencedor do concurso público foi a firma COMBITUR – Construções Imobiliárias e Turísticas, S.A., a quem a empreitada foi adjudicada pelo valor de 208.746,16 € + I.V.A.
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Grupo Recreativo de Avidos e Lagoa inaugura nova Bancada

Jorge Paulo Oliveira no uso da palavra, acompanhado por Avelino Lemos, à esquerda (Presidente da Direcção do GRAL), Mário Vidal (Associação de Futebol de Braga) e Marco Magalhães (Adjunto do Vereador do Desporto)
sexta-feira, janeiro 20, 2006
AZIMUTE - Entendam-se meus senhores
A regulamentação dos horários de funcionamento das actividades de lazer e diversão nocturnas sempre foi uma matéria problemática. A livre iniciativa privada, o repouso e o divertimento, são direitos contraditórios, cuja conciliação é sempre difícil.
Em 2002, pela mão do vereador Durval Tiago Ferreira, procurando conciliar tais interesses e pôr cobro à anarquia reinante, fruto das desmedidas autorizações ocorridas nos últimos anos, da abertura de bares e cafés em zonas exclusivamente habitacionais, a funcionar na sua grande maioria com horários desajustados, atentando contra a qualidade de vida dos moradores, mas também dos interesses dos utentes e dos próprios exploradores, elaborou a autarquia nova regulamentação para o sector.
Esta, entre outras alterações, reclassificou os estabelecimentos em novos grupos, com possibilidades de horários diferentes, definiu limites de horário distintos entre os dias de semana, fim de semana e vésperas de feriado, alargamento de horários em épocas festivas tradicionais e durante o período de verão.
Como regra geral, o horário de funcionamento dos cafés, cervejarias, bares, pubs e outros estabelecimentos afins, foi fixado até às 24 horas de domingo a quinta-feira e até às 2 horas do dia imediato de sexta-feira, sábado e véspera de feriado. Estes horários podiam ser alargados ou restringidos atentos determinados condicionalismos.
Os vereadores do PS não viram qualquer inconveniente na proposta e votaram-na favoravelmente. Mas cedo foram publicamente desautorizados pelos camaradas que, até à exaustão, defenderiam as duas horas da manhã como a regra a observar na fixação do horário de encerramento daqueles estabelecimentos.
A JS pela voz de André Costa, argumentava que à meia-noite, ainda era cedo para as pessoas saírem do café. Impunha-se, por isso, ajustar os horários à realidade do século XXI.
Reis Campos, agora deputado municipal pelo PS, alertava para o problema da segurança pública, afirmando que se a proposta do executivo fosse aprovada pela Assembleia, teria medo de passear em Famalicão a partir da meia-noite, pois a cidade estaria morta.
Santos Oliveira, o líder da Comissão de Gestão do PS Local (?), mais contundente, escrevia sarcástica e ironicamente no Jornal “Vila Nova” que, era bom viver em Famalicão, porque passaria haver “recolher obrigatório”, congratulando-se com a existência de variantes e auto-estradas que facilitariam as deslocações “à Trofa, ou a Braga, ou à Póvoa de Varzim ou mesmo ao Porto tomar um café ou comer uma tosta mista”. Segundo este “Do lema: Famalicão Terra de Amigos, passaremos a ter o lema, Famalicão Fujam Desta Terra Amigos!”.
Perante tais argumentos, era expectável que os vereadores do PS, embora discordando da actual regulamentação, mas porque condizente com linha de pensamento socialista, votassem favoravelmente todas as propostas de alargamento excepcional dos horários para as referidas duas horas da manhã.
Puro engano. Desautorizados, desautorizam, votando, nas últimas reuniões do executivo, contra algumas propostas nesse sentido, mesmo que fundamentadas em pareceres favoráveis da Junta de Freguesia e da PSP. Argumento: Estão inseridos no meio de uma vasta zona habitacional, potenciador de reclamações de vizinhança.85º Aniversário do Sporting Clube de Braga
O Sporting Clube de Braga, realiza hoje à noite, no Casino da Póvoa de Varzim, o Jantar de Encerramento do 85º Aniversário da fundação do clube.
Em finais de 1919, princípios de 1920 foi pensado e organizado um clube que se viria a chamar o Sporting Clube de Braga. Foi fundado por um grupo de jovens, na sua maioria estudantes, donde se destacaram Celestino Lobo, Carlos José de Morais, os irmãos Carvalho, Eurico Sameiro, Costinha, João Gomes, (que viria a ser o primeiro presidente) e ainda Joaquim de Oliveira Costa.
O SCBraga, inicialmente, não teve as cores que tem hoje. Foram escolhidas para as suas camisolas as cores verde e branca (mais tarde, por influência de José Szabo, antigo treinador do clube, foi sugerido um equipamento à semelhança do Arsenal de Londres, o que se mantém até hoje).
Foi assim que o grupo se apresentou no campo do antigo Colégio de Espírito Santo para o seu primeiro jogo de grande categoria com a Algés e Dafundo. Pode afirmar-se que começou aí uma vida nova para o futebol da região bracarense.
Pouco depois, em 19 de Janeiro de 1921, surgem os primeiros estatutos, daí que se tenha escolhido esta data como a do verdadeiro nascimento.
Em representação da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Jorge Paulo Oliveira, vice-presidente da autarquia, marcará presença no jantar comemorativo.
quinta-feira, janeiro 19, 2006
Famalicão, Autarquia Amiga da Familia
Em comunicado recentemente emitido, a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN), distinguiu a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, como uma Autarquia Amiga da Família, advinda do facto de praticar no tarifário de água, uma tarifa específica para as famílias numerosas.
Apesar de a Câmara de Famalicão praticar a tarifa familiar desde 2004, só agora a APFN teve conhecimento do facto, o que levou esta associação a acrescentar o município famalicense na lista das “Autarquias Amigas da Família”.
Em Vila Nova de Famalicão, o tarifário da água para agregados familiares com 4 e 5 elementos é de, nos primeiros 16 m³ 0,70 euros, e nos m³ seguintes de 1,47 euros. Para agregados familiares superiores a 5 elementos o tarifário para os primeiros 22 m³ é de 0,70 e para m³ seguintes de 1,47 euros.
No total são já 18 as autarquias que aderiram à proposta da APFN para alterar o tarifário da água para agregados maiores. Para além de Vila Nova de Famalicão contam-se também os municípios de Vila Nova de Gaia, Leiria, Torres Vedras, Sintra, Coimbra, Lisboa, Porto, Ribeira Grande, Condeixa, Aveiro, Portimão, Évora, Vila Real, Ponta Delgada, Viseu, Câmara de Lobos e Odemira.
No comunicado, que está patente no site da APFN – www.apfn.com, esta associação afirma que “este exemplo deve ser também seguido pela Assembleia da República e pelo Governo Central”, apelando ainda “à adopção de medidas de apoio à natalidade”.Ciclo de Conferências: Lutas Académicas e Estudantis
Arranca amanhã em Vila Nova de Famalicão, no Museu Bernardino Machado, o novo ciclo de conferências que irá decorrer durante cerca de dois anos, dedicado às “Lutas Académicas e Estudantis: Do Liberalismo ao Estado Novo”.
O Professor Luís Reis Torgal abre o ciclo de conferências, abordando uma síntese do que foram os movimentos estudantis, em Portugal, “do Liberalismo ao Estado Novo: praxe e festa, privilégios e poderes”.
O novo ciclo de conferências, passará em revista e de forma cronológica alguns dos mais importantes episódios das lutas académicas, que eclodiram em várias cidades portuguesas, nos séculos XIX e XX, contando para isso com a presença dos mais prestigiados conferencistas nacionais.
O historiador Luís Reis Torgal é professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, sendo doutorado e agregado em História pela mesma Universidade.
Nasceu em Coimbra a 14 de Janeiro de 1942, sendo que actualmente exerce também funções de Coordenador Científico do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX / Universidade de Coimbra / Fundação para a Ciência e a Tecnologia (CEIS20). Entre outros cargos que desempenhou, foi membro do Senado da Universidade de Coimbra de 1989 a 2005, e director das revistas: Revista de História das Ideias (1983-2002) e Estudos do Século XX (2001-2004).
Dos múltiplos trabalhos publicados destaca-se: “Tradicionalismo e Contra-Revolução. O pensamento e a acção de José da Gama e Castro, Coimbra, Seminário da Cultura Portuguesa, 1973”; “Ideologia política e teoria do Estado na Restauração, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, 1981-1982”; “A Revolução de 1820 e a Instrução Pública, Porto, Paisagem, 1984”; “História e Ideologia, Coimbra, Minerva, 1989”; “A Universidade e o Estado Novo. O caso de Coimbra. 1926-1961, Minerva 1999” e “O Cinema sob o olhar de Salazar. Lisboa, Círculo de Leitores, 2000”, entre muitos outros.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Jantar de Reis em Bairro
Programa TII - Tecnologia, Inovação e Iniciativa
A MICROSOFT PORTUGAL e o CITEVE (Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal), procederam na tarde de hoje, ao lançamento do Programa TII – Tecnologia, Inovação e Iniciativa, destinado a desempregados do sector têxtil.
O lançamento deste projecto, assinala o primeiro passo de um percurso que a Microsoft Europa assumiu no sentido de apoiar o objectivo de combate ao desemprego na UE25. O público-alvo desta acção é a população desempregada do sector têxtil, maioritariamente constituída por indivíduos com baixa taxa de escolaridade, idade superior a 45 anos e sem conhecimentos de informática.
O Plano de Formação oferecido assenta no modelo UP “Unlimited Potential” da Microsoft e visa a aquisição de competências básicas ao nível das TIC, sendo complementado por sessões específicas de motivação para a formação/emprego e de divulgação dos mecanismos de inserção profissional disponíveis. Para além disso, o CITEVE promoverá a frequência pelos participantes de módulos com carácter tecnológico relacionados com o sector, com vista a facilitar a empregabilidade.
As indústrias têxtil e do vestuário empregam actualmente mais de 200.000 pessoas e representam cerca de 15% das exportações portuguesas, mas têm vindo a sofrer fortes efeitos da globalização, com o consequente impacto ao nível do desemprego.
A Microsoft e o CITEVE pretendem com esta iniciativa apoiar cerca de 4000 desempregados num período de três anos.
domingo, janeiro 15, 2006
Sessão Solene de Entrega de Diplomas da Universidade Lusíada
Assembleia Municipal aprova Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2006
Na passada sexta-feira, 13 de Janeiro, a Assembleia aprovou com 60 votos a favor, 13 abstenções e três votos contra as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2006. Os votos favoráveis vieram das bancadas do PSD, PP e da totalidade dos Presidentes de Junta de Freguesia presentes (PSD/PP, PS e CDU). Abstiveram-se os deputados do PS e votaram contra os dois eleitos pela CDU e a deputada do BE. De entre as principais medidas consagradas pelo executivo camarário para as áreas da Habitação, Família, Juventude, Trânsito e Transportes, atenta a sua transversalidade, destacam-se: HABITAÇÃO
- Construção da Urbanização das Bétulas (Calendário);
- Construção da Urbanização das Austrálias (Requião);
- Construção da Urbanização da Gábila (Gavião);
- Construção de 15 novas habitações no Complexo Habitacional das Lameiras (Antas);
- Promoção da construção de um novo complexo habitacional na zona sudeste do Concelho;
- Infra-estruturação da Quinta de Rebordelo (Ruivães);
- Promoção da infra-estruturação da Urbanização da Aldeia Nova (Cruz);
- Conclusão das obras de requalificação da zona envolvente ao Complexo Habitacional das Lameiras;
- Transformação das antigas instalações do Centro Social e Comunitário das Lameiras num espaço destinado às múltiplas valências daquela instituição;
- Recuperação do edificado no Complexo Habitacional de Lousado;
- Requalificação do edificado na Urbanização da Cal (Calendário);
- Construção do polidesportivo e demais arranjos exteriores no Loteamento Municipal Joaquim Malvar (Antas);
- Lançamento de um projecto de recuperação gradual do Bairro Francisco Simões (Joane);
- Obras de melhoramento dos espaços exteriores da Quinta do Passal (Avidos);
- Obras de melhoramento do Loteamento Municipal de Pitelas (Mogege);
- Promoção do Projecto “Casa Solidária”;
- Lançamento da 1ª Residência de Emergência do Município;
- Lançamento do Projecto “Pintar a minha Casa”;
- Lançamento do Programa de regime de Apoio Directo ao Arrendamento;
- Dinamização do programa de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos em Matéria Habitacional;
- Promoção do programa de Incentivo ao Arrendamento Jovem desenvolvido pelo INH;
- Promoção do Programa de Solidariedade e Apoios à Recuperação de Habitação (SOLARH);
- Reforço da colaboração com as Associações de Moradores;
- Incentivo à criação da Associação de Moradores na Urbanização Moinhos de Vento;
JUVENTUDE
- Instalação provisória da Casa da Juventude;
- Criação da Ecopista de Vila Nova de Famalicão;
- Criação do Centro do Jovem Empreendedor;
- Criação do Parque Aventura;
- Elaboração do Programa de Apoio a Associações Juvenis, Associações de Estudantes e Grupos de Jovens;
- Realização da IV Festa do Associativismo e Juventude;
- Lançamento do Cartão Euro <26>
- Lançamento do Boletim Informativo Jovem;
- Lançamento do Guia do Associativismo Juvenil;
- Lançamento do Projecto “Geração Mais”, que tem como principal objectivo o encaminhamento profissional;
- Realização de Colónias de Férias Temáticas;
- Lançamento do Projecto “Escola de Verão”;
- Realização de acções de formação para dirigentes e outros agentes associativos;
- Definição de uma quota para jovens casais na atribuição de habitações ou de lotes inseridos nos projectos habitacionais promovidos pelo município;
- Concepção da Agenda 21 do Município de Vila Nova de Famalicão;
- Promoção da nova cidade desportiva;
- Construção das Piscinas da Vila de Ribeirão;
- Construção do Pavilhão Gimnodesportivo de Vermoim;
FAMILIA
- Implementação do Projecto “E-qualidade” junto das organizações prestadoras de serviços sociais;
- Implementação do Projecto de Famalicão para a Integração (PROFIT);
- Promoção da inclusão social das pessoas idosas e da solidariedade entre gerações;
- Plano Municipal contra a Violência Doméstica;
- Implementação do Projecto “Recriar o Futuro”;
- Dinamização da Luta contra a Toxicodependência;
- Dinamização dos Projectos “Crescer a Brincar” e “Entre Todos”;
TRÂNSITO E TRANSPORTES
- Pugnar pela concretização da variante à EN 14, vulgarmente denominada como Variante Poente;
- Criação de condições para o prolongamento da Variante nascente no sentido poente;
- Defesa da concretização da Via Intermunicipal Vila Nova de Famalicão-Trofa;
- Desclassificação dos troços das estradas nacionais e regionais inseridos no perímetro urbano;
- Renovação e modernização das avenidas Marechal Humberto delgado, Dr. Carlos Bacelar e dos Descobrimentos;
- Elaboração de um Plano Rodoviário Municipal;
- Elaboração de estudos sobre a circulação e o ordenamento do trânsito;
- Dinamização do Projecto de Prevenção Rodoviária.
sexta-feira, janeiro 13, 2006
AZIMUTE - A Assembleia que não existe
Sucedâneo das antigas Juntas Distritais, dispõe a lei que, haverá em cada Distrito uma Assembleia Distrital, com funções deliberativas, composto pelos Presidentes de Câmaras e Assembleias Municipais e um presidente de Junta de Freguesia, por cada concelho.
Criada 1977, com a primeira lei das autarquias locais, e reformulada em 1991, a sua génese teve como objectivo alimentar o aparecimento de verdadeiros “fóruns do distrito”, espaços privilegiados de discussão de aspirações e problemas, de união de esforços e de vontades dos autarcas em torno das questões comuns, que poderia, inclusive, desempenhar o papel de “lobby” junto do Poder Central.
Porém, fruto de vicissitudes várias, estes órgãos têm vindo a perder peso político. As sucessivas reformas legislativas esqueceram-na de forma negativa, as suas atribuições são parcialmente desenvolvidas pelas grandes áreas metropolitanas e comunidades urbanas e as muitas quezílias politico-partidárias dos seus membros inviabilizam a possibilidade de se gerarem consensos distritais.
A dificuldade da sua qualificação jurídica contribui também para o lento definhamento. Pese embora possuírem um cariz semelhante ao de uma organização de coordenação inter-municipal, as Assembleias Distritais não são autarquias, nem associações de municípios, pelo que fica a dúvida sobre a sua verdadeira natureza.
Não obstante a generalidade das Assembleias Distritais reunirem regularmente, o desprestígio generalizado e o pouco peso político que representam, tem conduzido ao aparecimento de duas correntes de opinião.
Naquelas que, apesar dos escassos recursos económicos e de meios técnicos e humanos, são capazes de desenvolver diversas iniciativas, predomina a tese da sua manutenção enquanto não avançar a regionalização.
Nas outras, que raramente reúnem e nenhuma iniciativa têm concretizado, prevalece o entendimento de que este órgão representa os restos mortais de uma miragem passada, vazio de competência e utilidade, que justificam plenamente o seu desaparecimento. Nessa linha de pensamento a Assembleia Distrital de Faro sugeriu ao Governo a sua extinção.
No Distrito de Braga a inoperância deste órgão é gritante e constituirá provavelmente o pior exemplo do país. Apesar da imperatividade da lei, não reúne, pelo menos desde 1994. Não por falta de quórum ou de local apropriado, simplesmente, porque o Presidente da Câmara Municipal de Braga, o Sr. Engº Mesquita Machado, nunca a convocou como era e é sua obrigação.
No Distrito de Braga não há correntes de opinião. Não há nada. O órgão só existe no papel. A indiferença generalizada e a mera passividade vão contribuindo para a ilusão reinante nos cidadãos que ao existir formalmente, o mesmo funciona.
Era bom, que esta inoperância, indefinição e indiferença, que viola a lei e engana os eleitores não continuasse por muito mais tempo. Não é difícil. Basta haver assumpção de responsabilidades e coragem.
Artigo publicado no semanário “Opinião Pública”, edição de 13 de Janeiro de 2006.
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Prémio "Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão"
sábado, janeiro 07, 2006
III Encontro de Reis Sénior
sexta-feira, janeiro 06, 2006
BricoOnda
quinta-feira, janeiro 05, 2006
AZIMUTE - Sem Emenda
sexta-feira, dezembro 16, 2005
AZIMUTE - É Dificil Acreditar
Renovação e mudança são as principais expressões que tem alimentado os discursos políticos dos dois candidatos à liderança da Comissão Política Concelhia do PS de Famalicão.
A renovação dos métodos e a mudança de protagonistas, são para os candidatos e respectivos apoiantes, a condição indispensável para tornar o PS local num partido sério, forte e credível.
São discursos bonitos, mas não deixam de ser recorrentes e generalistas. Numa palavra, banais. Na verdade, raramente ouvimos algo de substancialmente diferente, de um qualquer candidato, à liderança de uma qualquer estrutura, de um qualquer partido político.
Resta-nos esperar pelo futuro. Conhecemos as palavras, aguardemos pelos actos. Se só no futuro será possível aquilatar da distância, que em regra, se verifica entre a teoria e a prática política, o passado, sobretudo o passado recente, indiciam, no entanto, exactamente o contrário.
Veja-se o que aconteceu na última sessão da Assembleia Municipal.
Um deputado municipal do PS, líder de uma das candidaturas, assinou a sua presença na sessão mas não esperou sequer pelo início dos trabalhos, abandonando de imediato o local. Fica a dúvida entre uma saída precipitada, mas justificada ou a tentativa de receber a senha de presença a que legalmente deixaria de ter direito. O estratagema é recorrente em alguns deputados socialistas.
Os vereadores têm a obrigação política de assistirem às sessões do órgão deliberativo, no local destinado ao executivo camarário. Aliás, os vereadores da oposição são remunerados por essa presença. Sucede que, como aconteceu na maioria das sessões do anterior mandato, nenhum vereador da oposição esteve na mesa destinada à Câmara Municipal.
Se esse facto, por sí só, desacredita a oposição, o que dizer de um elemento da vereação socialista que, tal como o deputado municipal, assina a folha de presenças, talvez para poder receber a respectiva senha, mas depois não ocupa o lugar que lhe está destinado, optando, em vez disso, ora pelo hall de entrada, ora pelo corredor, ora pelo café?
E o que dizer da renúncia ao mandato do Dr. Agostinho Fernandes à Assembleia Municipal?
Está bem presente na memória dos famalicenses as recorrentes promessas de cumprimento do mandato no órgão deliberativo municipal, independentemente dos resultados que viessem a verificar-se nas eleições de 9 de Outubro. Ao contrário do prometido, e se nos abstrairmos da cerimónia da tomada de posse, constata-se que não despendeu um singelo minuto, do seu muito tempo disponível, para servir o município no lugar para o qual andou a pedir o voto aos famalicenses.
Pelos exemplos citados, e porque estão ligados a ambas as candidaturas, é difícil acreditar que a mudança de protagonistas venha a traduzir-se na propalada renovação de métodos e consequente seriedade e credibilidade do Partido Socialista em Famalicão.quarta-feira, dezembro 14, 2005
AMAVE - Orçamento 2006
O Conselho de Administração da Associação de Municípios do Vale do Ave (AMAVE), que integra os municípios de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Guimarães, Vizela, Santo Tirso, Vila Nova de Famalicão, Trofa, Póvoa de Varzim e Vila de Conde, aprovou, na sua reunião realizada no dia de ontem, em Guimarães, o Orçamento e o Plano Plurianual de Investimentos para o ano financeiro de 2006.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
AGENDA - Semana de 12 a 18 de Dezembro de 2005
- Reunião do Conselho de Administração da Associação de Municipios do Vale do Ave (10.00 horas - Sede da AMAVE - Guimarães).
- Reunião da Rede Social com o Gabinete do Plano Director Municipal (15.00 horas - Câmara Municipal).
- Festa de Natal dos trabalhadores da Câmara Municipal (19.00 horas - Centro Social e Paroquial de Vila Nova de Famalicão).
- Visita à Escola Básica 2,3 D. Maria II (11.00 horas -EB 2,3 D. Maria II).
- Reunião de Trabalho com a Direcção Geral dos Transportes Terrestres (15.00 horas - Centro Coordenador de Transportes).
- Visita de trabalho à freguesia de Ceide S. Miguel (11.00 horas).
- Jantar de Natal do Municipio (20.00 horas - Quinta da Alegria - Ribeirão).
16 de Dezembro de 2005 (Sexta-Feira)
- Reunião de Trabalho com a ANTRAL - Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (09.30 horas).
17 de Dezembro de 2005 (Sábado)
- Festa de Natal da Associação de Moradores das Lameiras (15.00 horas - Centro Social e Comunitário das Lameiras).
- Festa de Natal do PSD Ruivães (20.00 horas - Hotel Moutados - V.N. de Famalicão).
domingo, dezembro 11, 2005
Matadouro Central de Entre Douro e Minho
A Assembleia Municipal debateu na passada sexta-feira, a primeira sessão do mandato, a entrada de um novo sócio, maioritário, no Matadouro Central de Entre Douro e Minho. O Matadouro Central tem uma longa história que remonta ao ano de 1982, altura em que o então Instituto Regulador e Orientador dos Mercados Agrícolas (IROMA) dava a conhecer os estudos relativos àquilo que seria a Rede Nacional de Abate (RNA). Tratava-se de um conjunto de matadouros industriais, dispersos pelo País em locais estratégicos em termos de produção/abate de gado dispondo cada um deles de três linhas de abate e concebidos tendo em conta as mais avançadas tecnologias e sob respeito integral de rigorosas regras higio-sanitárias. A criação desta rede de matadouros tinha dois objectivos prioritários: assegurar um serviço público de abate de qualidade e, progressivamente, acabar com as antigas casas de matança e com os matadouros sem condições que então proliferavam pelo País. Na versão inicial, a RNA previa, para Norte do Douro, a construção de um matadouro na zona de Vila Nova de Famalicão. Mais tarde, essa unidade viria a dar origem a três: o Matadouro Regional do Vale do Sousa (Penafiel), o Matadouro Regional do Alto Minho (Arcos de Valdevez) e o Matadouro Central de Entre Douro e Minho que, sendo o principal destes três, em termos de dimensão e pela sua localização mereceu a designação exclusiva de Matadouro Central. Entre 1984 e 1985, o IROMA procurou dinamizar os produtores, industriais e comerciantes de carnes e municípios da Região de Entre Douro e Minho no sentido de se associarem para a construção deste equipamento. Em 1987 viria a ser constituída uma sociedade com o capital social inicial de 30.000 contos, envolvendo a EXPORMAT – Sociedade Exploradora de Matadouros, Lda (sociedade que integrava cerca de 40 produtores, industriais e comerciantes de carnes da Região), com uma participação no capital social de 52,5%, o IROMA com 37,5 % e a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão com uma participação social de 10%. À data da abertura do equipamento (1994) o capital social integralmente realizado era já de 350.000.000$00, posteriormente aumentado para 500.000.000$00, repartido pela EXPORMAT (230.625 contos), PEC – Produtos Pecuários e Alimentação, SA, cuja quota fora transmitida pelo IROMA em 1982 (84.375 contos) e Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (35.000 contos). As capacidades de abate do Matadouro Central foram definidas tendo em conta aquilo a que se chamou a sua área de influência que abrangia 18 concelhos: Porto, Matosinhos, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Esposende, Barcelos, Vila Verde, Amares, Terras do Bouro, Braga, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Guimarães, Santo Tirso, Maia e Vila Nova de Famalicão. Abrangendo, à data, cerca de 1.300.000 consumidores, o Matadouro Central ficava afecto à maior zona de criação (produção) de gado bovino do País e maior concentração de abates de suíno de Portugal. Os diferentes projectos começaram a ser desenhados em 1987, tendo o equipamento entrado em funcionamento em 1994, depois de um investimento de cerca de 3 milhões de contos com um financiamento a fundo perdido de cerca de 2.250 milhões de contos (CEE + Estado Português). “ Apesar dos objectivos que presidiram à constituição da sociedade, ao longo dos seus anos de existência, vicissitudes várias fizeram com que a mesma tivesse enfrentado um conjunto de adversidades que nunca lhe permitiram uma gestão equilibrada, muito menos geradora de lucros”, afirmou Jorge Paulo Oliveira, na ausência de Armindo Costa, na sessão da Assembleia Municipal. De acordo com Jorge Paulo Oliveira, a empresa tornou-se altamente deficitária, o que conduziria, recentemente, à necessidade de redução do seu capital social de 2.5 milhões de euros para uns modestos 5.000 euros; a conversão parcial de um crédito judicialmente reconhecido numa participação social de 495.000,00 por parte do credor em simultâneo com um aumento de capital social de igual montante, de modo que o capital passou a ser detido nos seguintes moldes:
- ECOP – Empresa de Construção e Obras Públicas Arnaldo Oliveira, SA (495.000,00 €);
- EXPORMAT – Sociedade Exploradora de Matadouros, Lda (3.656,25 €);
- PEC – Produtos Pecuários de Portugal, SGPS, SA (843,75 €);
- Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (500,00 €).
Questionado por Ana Marcelino, do Bloco do Esquerda, que pediu o esclarecimento de responsabilidades sobre aquilo que considerou de “má gestão”, Jorge Paulo Oliveira, referiu que o actual executivo camarário não podia responder para além daquilo que ultrapassava a dimensão temporal do mandato autárquico, adiantando, porém, que na base dos prejuízos acumulados pela sociedade estão vários motivos, embora com diferente peso, que passaram pelo concorrência feroz e inesperada dos matadouros privados, que ao contrário do que era suposto nunca chegaram a encerrar; a deficiente fiscalização estatal destes e a não suspensão dos pedidos de licenciamento; a dificuldade conjuntural nas cobranças junto dos clientes; a estagnação da economia nacional; o agravamento dos impostos e taxas aplicadas ao sector, sobretudo as taxas aplicadas nos sub produtos; a desvalorização do mercado das peles e os elevados custos na oferta dos serviços, superiores aos praticados nos matadouros privados, que tiveram como consequência uma taxa de produtividade abaixo da capacidade teórica do Matadouro, que foi em média de 52%. Com uma capacidade anual de abate de 57.500 cabeças de gado bovino, 37.500 cabeças de ovinos e caprinos e 300.000 suínos, em 2004, foram abatidas apenas, respectivamente, 25.084, 31.615 e 123.653 cabeças. De entre os deputados municipais, realce para a intervenção de Correia Araújo, do Partido Social Democrata, que propôs à Câmara Municipal que reflectisse se valeria a pena manter a sua diminuta quota no Matadouro Central de Entre o Douro e Minho, tanto mais que com a entrada das Carnes Primor na sociedade, passou sozinha 99% do seu capital social (495 mil euros).
sábado, dezembro 10, 2005
AZIMUTE - Mau Prenúncio
Mesmo num tempo de graves restrições financeiras, tem a Câmara Municipal, em diferentes áreas da sua actuação, conseguido executar um conjunto de medidas tendo por objectivo estimular a economia local, aumentar a competitividade das empresas e atenuar as dificuldades que atravessam a generalidade das famílias famalicenses.
Disso são exemplos, a diminuição em 65% da tarifa industrial de água, a proposta de redução em 50% das taxas de licenciamento para indústrias e armazéns, a criação da tarifa de água familiar e o financiamento a fundo perdido de obras de conservação e melhoramento de habitações de agregados familiares desfavorecidos.
Disso são exemplos, a redução em 25% na taxa da Derrama, a oferta dos manuais escolares para o 1º ciclo do ensino básico e a assumpção dos custos com a instalação de sistemas GPS, taxímetros e lanternas nas viaturas de táxi. Tudo medidas inovadoras no país, aplaudidas e apontadas como exemplos a seguir.
É disso exemplo, a fixação de uma das mais baixas taxas, a nível nacional, do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Logo no primeiro ano da vigência deste imposto (2005), a Câmara Municipal de Famalicão fixou as respectivas taxas, abaixo dos valores máximos, repetindo nova redução para 2006 quanto à taxa incidente sobre os denominados prédios urbanos novos. Os municípios à nossa volta, com excepção da Trofa, mantêm as taxas máximas permitidas.
É disso exemplo, o facto de, ao contrário de concelhos vizinhos, não cobrar a Taxa Municipal do Direito de Passagem. Trata-se de um imposto que aplicado, agravaria em 0,25% a factura dos serviços de telecomunicações, nomeadamente, o telefone fixo, a internet e a televisão por cabo.
Perante este quadro, a proposta de nova redução das taxas do IMI apresentada pelos vereadores do PS, na última reunião do executivo, a segunda do mandato, é um mau prenúncio.
Revela falta de ideias ou se quisermos da desistência antecipada de procurar ideias melhores. O PS nada sugeriu de novo. Limitou-se a propor uma diminuição das taxas, à redução proposta e aprovada, há menos de 2 meses, pela Coligação Eleitoral PSD/PP.
Assenta num suposta distracção e esquecimento dos famalicenses. Estes sabem que, dos quatros vereadores eleitos pelo PS, três desempenharam funções nos anteriores executivos socialistas, aqueles que sempre aplicaram, por exemplo, a taxa máxima da Derrama.
Estes sabem que o PS raramente consegue traduzir em linguagem do poder a imagem que cultiva na oposição. Não esquecem, por exemplo, que o governo socialista, ao contrário do prometido em tempo de campanha eleitoral, haja agravado a totalidade dos impostos cobrados em Portugal, aos quais nenhum português conseguirá escapar.
Esta é uma proposta demagógica. O PS sabe da importância vital da arrecadação da receita proveniente deste imposto, para fazer face ao significativo volume de investimentos lançados no concelho e tem consciência que, em 2006, as transferências financeiras do Estado para as autarquias não crescem, que o Governo surripiou aos municípios 55,5 milhões de Euros e que agravou a despesa das autarquias ao subir em 3% os descontos obrigatórios para a CGA e em 2% a taxa do IVA.
Este é, pois, um mau prenúncio daquilo que se poderá esperar da oposição socialista no executivo. A oposição nunca se afirma como alternativa politica propondo mais do mesmo. Muito menos, quando, assentando numa presumida falta de memória das pessoas, adopta um discurso oportunista, populista e demagógico. segunda-feira, dezembro 05, 2005
Associação Nacional de Municipios Portugueses
Sob o lema "Descentralizar Portugal, Modernizar o Poder Local", a Associação Nacional de Municipios Portugueses, reunirá em congresso electivo, nos próximos dias 9 e 10 de Dezembro, no Centro de Congressos da Alfândega, na cidade do Porto. A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, estará representada por Jorge Paulo Oliveira, Vice-Presidente da autarquia.
PROGRAMA DO XV CONGRESSO
SEXTA-FEIRA, 9 DE DEZEMBRO
- 16H30: PRIMEIRA SESSÃO DE TRABALHOS DIRIGIDA PELA MESA DO CONGRESSO - Ratificação do Regulamento do XV Congresso da ANMP; Apreciação e votação de propostas de alteração aos Estatutos da ANMP; Apresentação e discussão do Relatório de Actividades da ANMP; Parecer do Conselho Fiscal; Intervenções dos Presidentes das Associações de Municípios de Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe
- 19H00: SESSÃO SOLENE DE ABERTURA PRESIDIDA POR SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA (Intervenções do Senhor Presidente da Mesa do Congresso da ANMP, Mário de Almeida; Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio; Presidente do Conselho Directivo da ANMP, Fernando Ruas e Sua Excelência o Presidente da Republica, Jorge Sampaio).
- 20H30: Jantar oferecido pela Junta Metropolitana do Porto
- 24H00: Afixação das listas candidatas aos órgãos nacionais da ANMP
SÁBADO, 10 DE DEZEMBRO
- 09H30: Apresentação e discussão das Linhas Gerais de Actuação da ANMP para o mandato 2006 - 2009;
- 10H30: Debate das Linhas Gerais de Actuação da ANMP para o mandato 2006 – 2009
- 11H00: Início das votações para eleição dos Órgãos da ANMP - Mesa do Congresso, Conselho Geral, Conselho Directivo e Conselho Fiscal (em simultâneo com o decorrer dos trabalhos).
- 14H30: Continuação do debate das Linhas Gerais de Actuação da ANMP para o mandato 2006 – 2009
- 15H00: Encerramento das votações para eleição dos Órgãos da ANMP
- 16H30: Votação das Linhas Gerais de Actuação da ANMP para o mandato 2006 - 2009
- 17H00: Proclamação dos resultados das eleições para os Órgãos da ANMP
- 17H30: SESSÃO SOLENE DE ENCERRAMENTO PRESIDIDA POR SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO MINISTRO (Intervenções do Presidente da Mesa do Congresso da ANMP; Presidente do Conselho Directivo da ANMP e de Sua Excelência o Primeiro Ministro)
- 18H30: Fim do XV Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses
AGENDA - Semana de 05 a 11 de Dezembro de 2005
. 05 de Dezembro de 2005 (Segunda-Feira)
- Reunião da Comissão Politica Concelhia do PSD (20.00 horas - Sede Concelhia).
06 de Dezembro de 2005 (Terça-Feira)
- Visita de Trabalho à freguesia de Mogege (11.00 horas).
- Reunião Preparatória da Assembleia Municipal (21.30 horas - Sede do PSD concelhio)
07 de Dezembro de 2005 (Quarta-Feira)
- Reunião Ordinária da Câmara Municipal (15.00 horas - Salão Nobre dos Paços do Concelho).
09 de Dezembro de 2005 (Sexta-Feira)
- XV Congresso da Associação Nacional de Municipios Portugueses (16.30 horas - 20.30 horas - Centro de Congressos da Alfandega - Porto).
- Reunião da Assembleia Municipal (21.00 horas - Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco).
10 de Dezembro de 2005 (Sábado)
- XV Congresso da Associação Nacional de Municipios Portugueses (09.30 horas - 19.00 horas - Centro de Congressos da Alfandega - Porto).
- Eleição para a Comissão Politica Concelhia do PSD de Vila Nova de Famalicão (16.00 às 18.00 horas).
- Jantar Aniversário e de Natal da JSD de Vila Nova de Famalicão (20.00 horas - Clube dos Caçadores, Calendário).
sexta-feira, dezembro 02, 2005
Comissão Distrital de Segurança Rodoviária




